Um desafio: cuckold

Fetiche e fantasia é legal porque pode se pensar além. Porém, para realizar mesmo, tem que atender a questões de saúde e, principalmente, encontrar pessoas legais para isto.

E principalmente no quesito pessoas legais é que eu não realizo muito. Conheço pessoas online, mas que geralmente se passam por gurias, o que não é ruim, porque rolam papos deliciosos. O único problema é ficar na mão, literalmente.

Um desses papos foi com uma gatinha de 19 anos, loirinha, olhos claros, tipo guria do interior. A gente teclava bastante e ela dizia que me amava. Eu não era recíproco porque sei bem dessas coisas online, encontrar, conhecer, são outros grandes passos. De qualquer forma, ela oferecia todo amor e aquele corpo delicioso (era bem gostosa) com uma condição. Ou melhor, um desafio.

O desafio era de ser humilhado por aquela gatinha de uma forma implacável. Ela pediu para eu escolher um amigo e convidar para um jantar na “nossa casa”. Até então ok, o problema é que ela pedia para eu sair de casa com uma desculpa qualquer enquanto ela seduziria o cara. De beijar na boca, bem safada mesmo.

Depois de seduzir, o levaria para o nosso quarto, onde eu poderia retornar e ficar olhando se quisesse (ou aguentasse). E o fetiche não acabava por aí.

Além de trair com um amigo que eu escolhesse, ela daria para o cara sem camisinha e pediria para ele esporrear dentro da bucetinha dela. Ou seja, ela seria a putinha do amigo, um depósito de esperma, a bucetinha inchada de tanta porra dentro. Ela de pernas bem arreganhadas, deitada, com o quadril para cima, tentando não deixar escorrer da bucetinha nenhuma gota de porra, gritaria com o cara para que ele fosse embora porque eu poderia voltar a qualquer momento.

E ainda não é só isso.

O fetiche dela se realizaria por completo quando o seu amor, namoradinho, viesse aos seus pés, ou melhor, ao seu ventre, sentisse o cheiro daquela bucetinha dilatada e molhadinha de tanto levar pica naquela noite recheada de esperma de outro homem.

Ela dizia que gozava só de pensar no seu amor chupando a bucetinha com a porra. Deixando ela limpinha. E para fechar com chave de ouro, depois de chupar toda a bucetinha esporreada, ela gostaria de um beijo de língua apaixonado.

Eu sinto muito tesão por essas coisas, por mulheres decididas e que tenham novas ideias de fetiches e fantasias, que gostem de jogar. Mas isso envolve um contexto maior. Tem namoro, ficar junto de verdade, apresentar para família. É um pouco mais complicado. Mas nada é impossível, senão não teria este blog para expor estas possibilidades.

Espero que tenham gostado, comentem ou mandem e-mail. Beijos.

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~ por opervertido em janeiro 3, 2010.

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